Há terra, mar e ar; há ir e voltar
terça-feira, 28 de outubro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Cerco de Almeida, 2014, Agosto, dias 29, 30 e 31
De acordo com o programa oficial das festas, em Agosto de 1810 "(...) as tropas francesas aproximaram-se da Praça instalaram várias baterias num pequeno planalto sobranceiro ao rio e, após demorada montagem, a 26 de Agosto as baterias dos sitiantes abriram fogo (...). Face à calamidade, a Praça-forte de Almeida capitulou 3 dias depois e só seria recuperada, pelas tropas de Wellington, em 1811." Das comemorações (da nossa derrota ou da vitória dos ingleses?) fizeram parte um pequeno mercado "oitocentista", danças e bailias daquela época, seminários internacionais (é verdade) e, sobretudo, encenação de episódios mais ou menos militares evocativos do cerco: ronda de sentinelas, acampamento "histórico-militar", assalto à fortaleza, escaramuças pelas ruas do centro histórico e explosão do castelo ("espectáculo piromusical e efeitos cénicos").



terça-feira, 26 de agosto de 2014
Romaria da Senhora da Agonia em Viana do Castelo
Não sei - nem me interessa saber - se é a romaria mais antiga do país, se é a maior e/ou se é a "mais portuguesa". Posso dizer, isso sim, que, dos cortejos etnográficos que tenho visto cá pelo país, o desta festa é o que mais me enche as medidas. E, para se conseguir este resultado, não é preciso muito trabalho, muita imaginação: os trajes vianenses, quase que por si só(s), fazem a festa, a festa dos olhos. Não conheço em outra parte do mundo trajes mais bonitos. Isto para não falar das raparigas bonitas que se prestam a mostrá-los como eles devem ser mostrados. Passo a citar - porque concordo com elas - as palavras de Carlos J. F. Sampaio na secção de leitores do "Público": "(...) o que há de muito particular nesta festa, e conjuga-se certamente no feminino, é aquele pisar a rua com a cintura apertada entre as mãos, tronco bem direito e cabeça levantada, sorrindo.(...)".
Já Ramalho Ortigão escrevera em "As Farpas": "Eu acho-me hoje na obrigação de declarar que nunca, em parte alguma, vi mulheres mais bonitas do que algumas das que encontrei a vender na feira de Viana." 






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